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Resenha - Dezoito Luas

Dezoito Luas


Autor(as): Margaret Stohl e Kami Garcia
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501099068
Ano: 2013
Páginas: 406
Tradutor: Regiane Winarski
Sinopse:
 Nesse novo romance, Ridley perdeu seus poderes, Link é um Incubus e as habilidades da família de Lena não andam muito acuradas. Nuvens de gafanhotos devoram todo o verde de Gatlin. Um calor sufocante deixa a grama marrom e os humores negros. Raios riscam o céu e tempestades assustam os animais. O equilíbrio está quebrado. Aparentemente, ao se Invocar Lena pode ter sido dado o pontapé inicial no Apocalipse.
Terceiro livro da série Beautiful Creatures, Dezoito Luas manteve o nível da história.  Não começo essa resenha fazendo inúmeros elogios ao livro pois em comparação aos anteriores este não me deixou tão empolgada quanto eu gostaria.

A história é incrível, conjuradores ( equivalente bruxos) da Luz e das Trevas lutando contra o tempo para ver quem restará ao apontar da décima oitava lua no céu. A pergunta é, de quem é essa Lua? Será da Lena? E enquanto isso Gatlin, a cidade ficcional da história está um caos, a grama está seca, o lago virou pântano e está absurdamente quente, afinal o equilíbrio foi abalado. Sem falar na tal roda do destino que aparece frequentemente durante os capítulos, para mais informações leiam o livro!

"Pensei no que tia Prue disse para mim. A Roda do Destino... Ela esmaga a todos."
pág. 166
Um detalhe muito empolgante nesta história como um todo é a narrativa ser feita pelo ponto de vista de um garoto, a série tem romence sim, e é bom vê-lo acontecer por um ponto de vista pouco comum.

Não vou entrar em muitos detalhes pois Dezoito Luas é uma continuação, logo teria spoilers, o caso é que levei muito tempo para finalmente fazer essa leitura, e quando terminei o livro pensei, "Deveria ter lido isso antes!!". Mesmo não sendo tão empolgante quanto os anteriores Dezoito Luas tem seu valor e me deixou muito, muito, muito ansiosa pela continuação Dezenove Luas!!

Um ponto fraco do livro é que os personagens passam as primeiras cento e poucas páginas na escola, e falando sobre a adaptação de Ridley, a prima de Lena, isso foi massante, sério. O entrosamento das autoras deixa a história rica e ao contrário do que se espera de uma história escrita por duas pessoas, o enredo não ficou incoerente, nem nada do tipo. Em vários momentos eu me perguntava onde estavam as questões que realmente importavam, cadê os mistérios do mundo conjurador? Mas após esse período de "enrolação" a narrativa fluí e a ação começa e não dá vontade de largar o livro antes de chegar ao fim.
“Não é o fim. Nem o começo do fim. Mas talvez seja o fim do começo”
Recomendo demais essa história para quem gosta de young adults mas por um ponto de vista diferente!

XoXo!

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